Jamie Oliver

22 04 2011

Como não se apaixonar pelo Jamie Oliver?

Ele tem um estilo “chef garotão”, ensina receitas fáceis e gostosas, ama a Itália, é todo bom moço e família e quer alimentar corretamente as criancinhas!
Todas gosta.
Eu sou fã declarada. Adoro os programas, leio qualquer noticia sobre ele, sigo no twitter e tenho um dos livros. Amor de verdade.

Esses são os s 2 melhores momentos dele, para você amar também:

1) Jamie na Itália

Como uma apaixonada pela Itália, ver o Jamie explorar melhor as peculiaridades e as comidas daquele país é uma delícia. Ele mostra as diferenças de várias regiões, e o segredo fundamental da culinária italiana: use poucos ingredientes, mas cozinhe com qualidade. O mais engraçado da série de programas é ver todo mundo criticando ele porque ele tenta mudar as receitas, ao invés de cozinhar que nem a mamma!

Esse vídeo é fantástico: mostra uma menina de 6 anos fazendo orecchiette muito mais rápido que o Jamie, ele descrevendo a beleza da vida que é uma burrata (o equivalente alimentício ao CÉU NA TERRA, um queijo fabuloso) e todo mundo palpitando enquanto ele cozinha!

2) Palestra no TED

Uma das coisas mais admiráveis do Jamie Oliver é o engajamento dele com a alimentação saudável. Começou quando ele se envolveu com a alimentação das escolas da Inglaterra – ele criou todo um movimento para melhorar a qualidade da comida nas escolas públicas. E agora ele está levando esse pensamento para os EUA, terra da junk food. É uma tarefa gigantesca, mas só o fato de trazer atenção para esse assunto e começar esse movimento já é fantástico.

Esse post já está longo, então no próximo vou falar do que interessa: Receitas do Jamie – do programa de TV e de um dos aplicativos de iPhone.

Acho que por hora eu só precisava de inspiração, e ela vem toda vez que eu assisto o discurso do TED.





Idiota demais para cozinhar

4 04 2011

Li um artigo muito legal e que polemiza um pouco a forma como a culinária é apresentada pro público hoje em dia. Ele foi escrito por um autor de um livro de culinária chamado Ratio, que ensina como cozinhar usando muitos conceitos de medidas, pesos, proporções. Com medo de que ninguém fosse entender/comprar o livro, ele recebeu um conselho de uma amiga: lance o livro assim porque estão nos dizendo (no caso, aos americanos, mas acho que aqui também) que a gente é idiota demais para cozinhar.

Leia o artigo nesse link: America: Too stupid to cook

(considerando que abri esse artigo da minha timeline do Twitter, imagino que veio da @mixiricacombr)

Hoje em dia, para estimular a população a cozinhar e se alimentar de forma mais saudável, toda a comunicação do mercado culinário gira em torno do “é fácil, é rápido, é quebrar um galho”. Isso é fantástico como forma de incentivo, mas sustenta a idéia de que cozinhar é difícil.

Se alguém te pergunta se você sabe cozinhar, o que responde? Sim, não ou mais ou menos?

No artigo, o autor dá uma receita “desafiadora” de frango assado. E isso me lembrou que outro dia eu fiz frozen yogurt.

Juro que foi a receita mais fácil da minha vida. Achei em vários sites e apps ela listada como “a melhor receita”, e realmente é fantástica. Eu tenho uma sorveteira de R$ 50 que dá conta razoável do recado.

Frozen Yogurt de Baunilha

2 potes de iogurte (eu usei um integral e um desnatado)

1/3 de açúcar/adoçante culinário (eu usei Tal e Qual, fica quase sem gosto de adoçante)

1/2 colher de chá de extrato de baunilha

Modo de fazer: misture tudo, coloque na sorveteira, siga as instruções de uso da sorveteira, e voilá, sorvete.

Sorveteira em ação

E aí, anyone can cook?









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